Cibiday - CBD Canabidiol

O canabidiol é mais conhecido como CBD. Um dos mais de 100 canabinóides documentados na planta cannabis. O CBD não tem efeitos psicoativos, não causa estados de euforia, não causa dependência e pode ser tomado pela esmagadora maioria das pessoas, inclusive crianças.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) efectuou, em meados de 2018, uma revisão de estudos científicos acerca do canabidiol (CBD) e retirou diversas conclusões:

não existem registos de saúde pública relacionados com a toma de canabidiol (CBD)
não existem registos de abuso ou dependência relacionados com o canabidiol (CBD) puro
o canabidiol (CBD) puro não tem efeitos psicoativos
o canabidiol tem efeitos promissores em diversas doenças, com a OMS a destacar a epilepsia e suas formas raras

Estas conclusões foram comunicadas publicamente e endereçadas ao Secretário Geral das Nações Unidas, numa carta com diversas recomendações, incluindo a necessidade de separar o canabidiol (CBD) das restantes substâncias, apelando para o potencial daquele canabinóide. Esta notícia pode ser consultada no site dedicado ao CBD: e-canabidiol.com.

CBD não é THC
O óleo de cânhamo é a forma mais difundida de tomar canabidiol (CBD) para fins terapêuticos. A desinformação e confusão geradas em torno do CBD deve-se à sua origem, a planta cannabis (que existe em três variantes: sativa, indica e ruderalis), e que foi proibida devido aos efeitos do THC, outro dos canabinóides naturalmente presentes na planta. O canabinóide THC (delta9-tetrahidrocanabinol) tem benefícios no tratamento de problemas de saúde mas pode ter efeitos psicoativos, procurados para fins recreativos mas não por quem procura o óleo de cânhamo com fins medicinais.
Quando um óleo de cânhamo com CBD é produzido para fins terapêuticos e obedece às regras europeias, pode apresentar diversas concentrações daquele canabinóide. Para benefícios na saúde, esta concentração deverá ser sempre com CBD puro e não sintético. A quantidade máxima de THC permitida pelas leis da Comunidade Europeia para este tipo de produtos é residual (0,2%), percentagem que não tem quaisquer efeitos psicoativos ou contra-indicações registadas.
Como atua o CBD
Os efeitos do canabidiol existente no óleo de cânhamo partem do sistema endocanabinóide, sistema que faz parte do organismo dos mamíferos. O sistema endocanabinóide tem recetores conhecidos como CB1 e CB2 em diversos pontos como, por exemplo:

sistema nervoso central
sistema nervoso periférico
sistema imunitário
sistema digestivo
sistema cardiovascular
sistema hormonal

O sistema endocanabinóide está envolvido em processos como sensações de dor, stress, humor, apetite ou memória e reage conforme a ação dos canabinóides.
Benefícios do CBD
Inflamação e dor crónica: o CBD reduz a atividade do processo inflamatório, inibindo a produção de substâncias pró-inflamatórias no organismo, segundo informação científica sobre pesquisa do CBD. O canabidiol tem encontrado validade em patologias onde a dor é uma constante, tais como problemas reumáticos, Artrite reumatóide ou Fibromialgia. A Sociedade Canadiana para a Dor já incluiu o uso de canabidiol em abordagens terapêuticas.
Depressão e Ansiedade: segundo a investigação, o CBD gera uma redução significativa nos sintomas associados à ansiedade e tem ação antidepressiva. Informação científica explica que o canabidiol atua sobre os receptores 5HT1A, localizados no cérebro e fundamentais para o efeito, por exemplo, dos fármacos anti-depressivos.
Demência e Alzheimer: os investigadores afirmam que o CBD tem propriedades antioxidantes e neuroprotetoras benéficas na prevenção do envelhecimento a nível cerebral, situação que pode despoletar doença de Alzheimer, Demência e perda de memória. Segundo as mesmas fontes, o canabidiol apresenta forte ação neuroprotetora contra os radicais livres e mostra evidências na redução dos danos gerados pela acumulação da proteína Beta Amiloide, principal constituinte das placas que se acumulam no cérebro de doentes com Alzheimer.
Os estudos mostram ainda que o CBD atenua a depleção de tirosina, dopamina e GABA, fator determinante na doença de Parkinson, que se carateriza por uma degeneração neuronal e redução dos níveis de dopamina.
Diabetes tipo I: Realizaram-se testes em que se verificou a redução da ativação linfocitária e melhoria da densidade capilar funcional, resultando numa redução da inflamação e melhor microcirculação. Os investigadores afirmam que, ao reduzir a produção de substâncias pró-inflamatórias, o canabidiol leva a uma diminuição significativa nos mecanismos de inflamação do pâncreas. A Diabetes tipo I pode ter como complicações resultantes retinopatia, nefropatia, vasculites, etc.
Cancro: diversos testes efetuados até agora demonstram que o CBD estimula os processos programados de morte celular (apoptose) e inibe a proliferação de células anómalas em vários casos de cancro. O canabidiol demonstrou capacidade de inibir o crescimento de células malignas relacionadas no adenocarcinoma do pulmão e evidenciou ação anti-proliferativa, anti-metastásica, anti angiogénica e de pró-apoptose em cancro no pulmão, cancro da mama e linfomas. Também no cancro da mama o CBD tem sido estudado, trabalhos acerca dos quais pode ler aqui, em e-canabidiol.com, no texto “Canabidiol com papel ativo no cancro da mama.”
Apoiados na investigação científica, especialistas em medicina (convencional e não convencional) afirmam que o canabidiol atenua os efeitos secundários associados à quimioterapia, inibindo náuseas e vómitos. Trabalhos científicos concluem que o CBD deve ser considerado em terapias contra o cancro.
Proteção Cardiovascular: entre os vários estudos já efetuados, alguns  mostram que o canabidiol tem fortes evidências em benefícios do sistema cardiovascular. Este canabinóide evidencia ação direta nas artérias isoladamente, causando relaxamento vascular. O ação benéfica do CBD incide na redução da hipertensão arterial relacionada com o stress. Para saber mais detalhes obre estudos nesta área.
Epilepsia: os dados obtidos em diversos estudos têm demonstrado que o CBD é seguro e eficaz no tratamento desta doença, tanto em jovens adultos como em crianças. Tomar CBD ajuda a reduzir o número de episódios epiléticos, inclusive em síndrome de Lennox-Gastaut e síndrome de Dravet. A Organização Mundial de Saúde já afirmou publicamente que o CBD é seguro e tem elevado potencial terapêutico e realçou os avanços da investigação na epilepsia e os resultados positivos nas formas graves desta doença.

Ver como:

A mostrar todos os 7 resultados

[njwa_button id="509"]

Options

X